"O caminho que eu escolhi é o do amor. Não importam as dores, as angústias, nem as decepções que eu vou ter que encarar. Escolhi ser verdadeira. No meu caminho, o abraço é apertado, o aperto de mão é sincero, por isso não estranhe a minha maneira de sorrir de ti desejar o bem. E só assim que eu enxergo a vida, e é só assim que eu acredito que valha a pena viver"

Clarice Lispector.

quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

AVALIAÇÃO FINAL PARA OS ALUNOS COM DEFICIÊNCIA



APROVAR OU RETER




Chega o final do ano é vem a grande questão, aprovar ou reter o aluno com deficiência. A supervisão quer notas, a coordenação quer aprendizagem, a família na ansiedade e na dúvida (o que será melhor???).
O que levar em consideração nesta hora, o que diz a lei, até aonde o professor pode ir e é responsável?
São questões que envolvem todo o corpo escolar e toda a sociedade que deseja a inclusão verdadeira.

É necessário observar vários aspectos e analisar de maneira ampla  o aluno em questão. Não rotula-lo é o primeiro passo para tomar atitudes coerentes a fim de contribuir  em todos os aspectos pedagógicos e  sociais.

Não há nenhuma legislação até o momento que diga, que o aluno com deficiência seja aprovado ou reprovado.
O ideal é que o aluno com deficiência siga com a turma da idade cronológica, ainda que sua aprendizagem não seja compatível com a série. (Neste caso ele terá por direito adaptações curriculares de acordo com o seu nível de aprendizagem).
Os alunos aqui mencionados referem -se aos com deficiência de moderada a grave , que cognitivamente não respondem ao esperado aos demais alunos neurotípicos  ( indivíduo que não apresenta distúrbios significativos no funcionamento psíquico).
Os alunos cuja  deficiência não implique em adaptações pedagógicas (cognitivas) devem  seguir normalmente o processo escolar, sendo aprovado ou não.
A reprovação e a aprovação  deve ser vista  como um meio de contribuir para as ações pedagógicas ,sociais e motivacionais para o aluno com deficiência.
O professor é a pessoa mais preparada para identificar as habilidades e competências que foram atingidas por esse aluno, ainda que o trabalho realizado no decorrer do ano , não tenha sido satisfatoriamente alcançado , alguns progressos devem ser levados em consideração;



segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

PORTADORA DE DEFICIÊNCIA OU PESSOA COM DEFICIÊNCIA


NOMENCLATURA

O MINISTRO DE ESTADO CHEFE DA SECRETARIA DE DIREITOS HUMANOS DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA, no uso de suas atribuições legais, faz publicar a Resolução nº 1, de 15 de outubro de 2010, do Conselho Nacional dos Direitos da Pessoa Portadora de Deficiência – CONADE, que altera dispositivos da Resolução nº 35, de 6 de julho de 2005, que dispõe sobre seu Regimento Interno:
Art. 1º – Esta portaria dá publicidade às alterações promovidas pela Resolução nº 1, de 15 de outubro de 2010, do Conselho Nacional dos Direitos da Pessoa Portadora de Deficiência – CONADE em seu Regimento Interno.

Art. 2º – Atualiza a nomenclatura do Regimento Interno do CONADE, aprovado pela Resolução nº 35, de 6 de julho de 2005, nas seguintes hipóteses:
I – Onde se lê “Pessoas Portadoras de Deficiência”, leia-se “Pessoas com Deficiência”;
II – Onde se lê “Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República”, leia-se “Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República”;
III – Onde se lê “Secretário de Direitos Humanos”, leia-se “Ministro de Estado Chefe da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República”;
IV – Onde se lê “Coordenadoria Nacional para Integração da Pessoa Portadora de Deficiência”, leia-se “Secretaria Nacional de Promoção dos Direitos da Pessoa com Deficiência”;
V – Onde se lê “Política Nacional para Integração da Pessoa Portadora de Deficiência”, leia-se “Política Nacional para Inclusão da Pessoa com Deficiência”;



DICAS PARA A MONTAGEM DOS RELATÓRIOS




 MONTAGEM DO RELATÓRIO



“As palavras têm a leveza do vento e a força  da tempestade”

Victor Hugo

Um relatório é um conjunto de informações utilizado para reportar resultados parciais ou totais de uma determinada atividade, experimento, projeto, ação, pesquisa ou outro evento que esteja finalizado ou em andamento.

Algumas palavras podem ser utilizadas para a montagem do relatório , contribuindo para expressar um objetivo geral ou específico.
O relatório escolar

            O relatório deve conter na  identificação o nome da Unidade Escolar, nome do aluno, nome da turma, nome do professor e do auxiliar caso tenha, data  e o bimestre correspondente.
            Na descrição do relatório deve se levar em consideração alguns aspectos como:

  • Conteúdo pedagógico (objetivo do bimestre/ o que foi trabalhado)
  • Estratégias utilizadas
  • Os avanços ou não em relação ao bimestre anterior
  • A socialização ( na sala com os colegas ,em relação ao professor e demais funcionários da U.E.)
  • A independência

E tudo que for relevante que possa contribuir  pedagogicamente na vida escolar do aluno. Sendo imprescindível a assinatura da professora responsável pelo relatório.
            Registre e valorize as intervenções realizadas em sala de aula, isso ressalta o trabalho do educador.
            Enfatizar os avanços e não somente os fracassos do aluno.
            Cada aluno é único e por mais que estejam no mesmo nível de aprendizagem, existe algumas peculiaridades que ao ser mencionadas podem contribuir e ou justificar o relatório e ou a nota a ser dada. Diversificar a redação de um relatório para o outro, buscando ser fiel em suas colocações, não permite a impressão que o professor não viu nenhuma mudança no aluno.

            Deve se evitar mencionar nos relatórios problemas familiares, salvo se for relevante e que justifique uma atitude. Não utilizar por exemplo : O aluno é desassistido pela família; a família é ausente;
Fazer anotações diárias podem contribuir  na hora de fazer os relatórios.
O relatório do 4º bimestre, deverá conter além das informações habituais uma avaliação geral do ano com sugestões informações que possam dar um direcionamento a professora que irá assumir a turma no ano seguinte.
            Os relatórios devem ser guardados nas respectivas pastas dos alunos para ser acompanhado pela SMECE ou ser  utilizado quando for solicitado.




Sugestões para iniciar os relatórios:


  1.    Foi possível observar nesse primeiro momento...
  2.    Com base nos objetivos trabalhados no bimestre, foi possível observar que...
  3.    Neste período...
  4.    Com base nas observações diárias, foi possível constatar...
  5.    A partir das atividades apresentadas, o aluno demostrou habilidades em...
  6.    Observando diariamente o desempenho do aluno, foi constatado que...
  7.    Neste bimestre o aluno demostrou melhoras significativas...
  8.    Diante do que foi proposto neste bimestre...

                               ≈≈≈

Mesmos os alunos que no bimestre tenham faltado com ou sem justificativa é interessante fazer esse registro, ainda que sucintamente.
 No relatório do 4º bimestre sugiro que além das informações pertinentes, possam ser colocadas uma  avaliação geral do ano letivo com orientações  para o ano seguinte.
≈≈≈
Sugestão  de frases para serem utilizadas  no relatório final  do ano

  1. O ano letivo do aluno... foi considerado....e por conta disso...
  2. Por conta dessa  ...  o mesmo ficara...  pois  penso  que...
  3. Sugiro que no próximo ano letivo o trabalho seja...
  4. Para o próximo ano letivo penso que...  com o intuito de contribuir com o processo pedagógico que foi iniciado.





ANALISANDO A PROPOSTA CURRICULAR DA EDUCAÇÃO ESPECIAL E INCLUSÃO





PARTICIPAÇÃO DOS PROFESSORES NA ANALISE DA PROPOSTA CURRICULAR

Nosso agradecimento a todos os professores e a coordenadora Débora da SMECE por abrilhantar ainda mais esse encontro.








terça-feira, 14 de outubro de 2014

CRIANÇAS TEM DIREITOS

DEZ DIREITOS NATURAIS DAS CRIANÇAS

1. Direito ao ócio: Toda criança tem o direito de viver momentos de tempo não programado pelos adultos.

2. Direito a sujar-se: Toda criança tem o direito de brincar com a terra, a areia, a água, a lama, as pedras. 

3. Direito aos sentidos: Toda criança tem o direito de sentir os gostos e os perfumes oferecidos pela natureza.

4. Direito ao diálogo: Toda criança tem o direito de falar sem ser interrompida, de ser levada a sério nas suas idéias, de ter explicações para suas dúvidas e de escutar uma fala mansa, sem gritos.

5. Direito ao uso das mãos: Toda criança tem o direito de pregar pregos, de cortar e raspar madeira, de lixar, colar, modelar o barro, amarrar barbantes e cordas, de acender o fogo. 

6. Direito a um bom início: Toda criança tem o direito de comer alimentos  desde o nascimento, de beber água limpa e respirar ar puro. 

7. Direito à rua: Toda criança tem o direito de brincar na rua e na praça e de andar livremente pelos caminhos, sem medo de ser atropelada por motoristas que pensam que as vias lhes pertencem. 

8. Direito à natureza selvagem: Toda criança tem o direito de construir uma cabana nos bosques, de ter um arbusto onde se esconder e árvores nas quais subir.

9. Direito ao silêncio: Toda criança tem o direito de escutar o rumor do vento, o canto dos pássaros, o murmúrio das águas. 

10. Direito à poesia: Toda criança tem o direito de ver o sol nascer e se pôr e de ver as estrelas e a lua.

Rubem Alves


domingo, 14 de setembro de 2014

PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO 2015


PLANEJAMENTO

Para dar sentido as ações realizadas em qualquer trabalho, é preciso planejar e organizar...

 (Heloísa Luck)